Reflexões… :: Sobre o autor

Como um hipopótamo lida com um campo de flores.
ℜodrigo Arĥimedeς ℳontegasppα ℭacilhας

  ℜodrigo Arĥimedeς ℳontegasppα ℭacilhας, um hipopótamo num campo de flores  


Nasci Rodrigo M. Cacilhas em Petrópolis/RJ no final de 1975, ganhei o apelido de Arquimedes aos 10 anos por ter muita facilidade com ciências matemáticas – e também por bullying, já que colegas de colégio queriam fazer piada com o episódio da coroa de ouro. Mais tarde, troquei a grafia para Arĥimedeς quando me tornei esperantista (o sigma final nada tem a ver com Esperanto).

Aprendi música desde a mais tenra idade com minha mãe, que fora cantora.

Estudei Química no Instituto de Química da UFRJ, mas não me formei.

Aprendi a lidar com computadores desde muito cedo, iniciei em um TK85. Comecei a programar aos 12 anos em um MSX-1.1 Hotbit HB-8000, usando linguagem MS XColour BASIC. Mais tarde passei para Perl 5, C e finalmente Python, àquela época na versão 1.5, que se tornou minha linguagem principal. Desenvolvi profissionalmente também em Lua, Java, C++, Cython e mais recentemente ECMAScript 2015 / Javascript, TypeScript e Go.

Estudei também uma série de outras linguagens a fim de aperfeiçoamento, entre elas Scheme, MoonScript, Erlang, Prolog, Standard ML, Smalltalk, Objective-C, Tcl/Tk e Ruby.

Cursei FORTIC no ISTCC-P, tendo completado todas as cadeiras com CR 9,5. Fui jubilado por não ter entregue as horas de estágio (já trabalhava na área há anos), as horas de palestras obrigatórias, nem ter defendido o TCC.

Trabalhei desde como servente de pedreiro e carroceiro, até storyteller, administrador de redes, consultor de sistemas de informação e desenvolvedor de software.

Meu trisavô se chamava Gasppar Montini em San Marino, mas se registrou Monte Gasppa ao chegar ao Brasil, de onde tirei o nome ℳontegasppα, terminando assim de compor meu nome público. O nome de minha trisavó, esposa de Gasppar, era Giulia Campimori, que foi registrada Julia Monte no Brasil.

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